quarta-feira, 23 de março de 2011


PERFIL DO MUNICÍPIO DE ROSÁRIO DO   CATETE  
ROSÁRIO
Adailton Andrade


Breve  Histórico

A freguesia de Nossa Senhora do Rosário do Catete  foi criada em 03.02.1831. Passou a município pela Lei provincial de 12.03.1836,  com a mesma designação. Passou à cidade pelo Decreto n.º 118, de 12.07.1932. Por  Decreto-Lei nº 377, de 31.12.1943, tomou a atual designação Não fossem os  vendedores de milho, o viajante que corta a BR-101, de Aracaju a Propriá,não se  perceberia a entrada de Rosário do Catete. Quem passa por ali jamais imagina que  aquelemunicípio já foi um dos mais importantes palcos da história de Sergipe.Foi  em terras de Santo Amaro  que nasceu João Gomes de Melo, o Barão de Maruim. Mas hoje estas estrras estao localizadas no municipio de Rosario. O Barão nasceu em 1810 Rosario nasceu em 1836 daí quando o Barão nasceu a vila de Rosario ainda nao existia Falam que em Rosário foi assinada a ata de mudança da capital de São Cristóvão para Aracaju. esta infoemação nao se tem comprovação já que a documentação oficial diz só que foi no engenho Unha de Gato, mas o Barão tinha 4  engenhos com este mesmo nome e o de Rosario era um dos menores, daí, ele morava na Santa Barbara e nao na Unha do gato.

Saíram de lá, Maynard Gomes, Leandro Maciel e Luiz Garcia, todos governadores de  Sergipe, além de inúmeros políticos, juristas, professores e músicos. Rosário é  pura história. E essa história começa em 1575, quando da primeira tentativa de  conquista de Sergipe por Luiz de Brito, governador da Bahia. É a referência mais  antiga. Bem próximo ao local em que a atual cidade se encontra, existia uma  aldeia de índios. Eles viviam às margens de um rio e sob o comando do índio  Siriry. Historiadores dizem que o exército de Luiz de Brito não conseguiu vencer  os índios. Mas em 1587, os invasores europeus, comandados por Cristóvão de  Barros, retornaram e arrasaram com a resistência. Siriry não se rendeu ao fogo  dos soldados nem à cruz dos jesuítas, e acabou sendo morto em luta. Aos  vencedores, Cristóvão deu terras. Em 9 de abril de 1590, ele passou para seu  filho, Antônio Cardoso de Barros, o território que ficava entre os rios  Cotinguiba e São Francisco. Rosário estava dentro dessa faixa. Depois de sua  morte, as terras foram repassadas. Boa para a plantação de cana-de-açúcar, essa  cultura se instalou com força. Não existe uma data, mas se sabe que um grupo de  negros que trabalhava nos engenhos encontrou uma imagem de Nossa Senhora do  Rosário numa das matas da região. Ela teria sido deixada pelos jesuítas. O  proprietário do Engenho Jordão, Jorge de Almeida Campos, acabou doando terreno e  uma capela foi construída e colocada a imagem da santa. Nasce, então, a Aldeia  de Nossa Senhora do Rosário. A povoação rosarense crescia tanto que, por volta  de 1828, a Câmara de Santo Amaro resolveu transferir para Rosário a sede do  município de Maruim. Os habitantes de Santo Amaro e Maruim declararam guerra  entre si.

O Governo da província acabou intervindo e  ratificando a decisão da Câmara de Santo Amaro. De uma canetada só, a povoação  de Rosário do Catete passava à freguesia, vila e sede de município. Mas isso  durou pouco. As reações de Maruim foram fortes. Em 3 de fevereiro de 1831,  Rosário volta a pertencer a Santo Amaro, mas não como povoamento, e sim, como  Freguesia de Nossa Senhora do Rosário. Cinco anos depois, ela se tornava Vila de  Nossa Senhora do Rosário do Catete. Nada, de oficial existe para explicar o nome  Catete, mas existem indícios fortes. Catete é uma espécie de milho comum na  região. Catete vem de caititu (Tupi-Guarani) que quer dizer “porco do mato”,  animal encontrado naquelas terras. Catete significa reduto de escravos  (em Rosário eles eram milhares). E catete era nome de um dos engenhos do  Barão de Maruim. Em 12 de julho de 1932, Rosário do Catete era elevada à  categoria de cidade.

Análise da Situação Atual

A  expansão da cultura da cana vem tomando o espaço da pecuária de corte e leite,  sendo que este no momento atual possui um rebanho totalizando 5.500 cabeças. No  município antigas propriedades que já foram canaviais estão retornando a  atividade, haja visto o maior retorno econômico, e todo investimento das  políticas publicas voltada para a produção de bicombustíveis para exportação.
Nesse município temos a presença da Companhia Vale do Rio Doce “VALE” denominada  assim  atualmente, que é responsável pela extração do Cloreto de Potássio,  importante fertilizante, fonte de potássio para as plantas, vale ressaltar que  esta mina é única no hemisfério sul do planeta. No município encontramos a Fazenda Comunitária, na qual a Prefeitura cedeu a posse de pequenos lotes a  muitos agricultores, que exploram principalmente a pecuária, suinocultura,  ovinocultura, criação de galinhas caipira, e no período das festas juninas,  colhem o milho verde, uma das mais importantes fonte geradora de renda para  esses pequenos agricultores familiares, que em maioria comercializam diretamente  a produção,nos festejos Juninos do município. No povoado Siririzinho,  encontramos como principais atividades o artesanato, crochê, bordados, e como  principal atividade agrícola tem-se a cana de açúcar explorada por grandes proprietários de terras entre eles o Grupo Samam, e também temos em menor escala  a cultura da mandioca, explorada em regime de subsistência, em regime de  arrendamentos não oficializados, o que dificulta o acesso ao Credito  Rural.

Outro fato curioso nesse município é a tentativa de mudança de  nome. Na gestão do prefeito Otacílio Vieira de Melo, em 1945, apareceu a idéia  de mudar o nome da cidade de Rosário do Catete para Marynardina. Alguns diziam  que o prefeito queria homenagear o filho mais ilustre, Augusto Maynard Gomes,  que foi general do Exército, interventor, duas vezes senador e até governador de  Sergipe. Mas os opositores revelam uma história nada convencional. Alguns diziam  que Mary era uma amante que o governador mantinha no Rio de Janeiro e em sua  homenagem daria o nome à cidade. Graças à resistência de intelectuais como João  Moraes, José Paes, Sebrão Sobrinho e Polycarpo Diniz, a mudança do nome não foi  efetivada. No final de 1854, o Barão de Maruim era vice-presidente do Estado. Um  homem de grandes influências nacionais. Por conta do porto (escoamento dos  produtos), o barão queria que a capital saísse de São Cristóvão e foi  transferida para Aracaju. Numa manhã, o Barão de Maruim, um dos homens mais  ricos do Estado, convocou todos os deputados para comparecer em seu Engenho Unha  do Gato, NÃO SE SABE O QUAL ? Porque existiram varios  e o documento nao diz o qual . O Barao usou  dinheiro,( mesalão ) seu poder de convencimento foi
total. No Unha do Gato, o barão instalou a Assembléia Provincial e os deputados  votaram pela transferência da capital de São Cristóvão para Aracaju. Por ordem  de um mensageiro, o barão pediu que o presidente do Estado, Ignácio Joaquim  Barbosa, fosse ao Engenho Unha do Gato sem comunicar a ninguém, e lá assinou a  transferência da capital. Essa ata de mudança existe até hoje em mãos de  historiadores. Além da política e da área jurídica, Rosário do Catete também é  terra das bandas de música. A primeira deque se tem notícia é de 1906. Era  chamada de Coração de Maria e apelidada de “Injeitada”. Seus mestres foram o  padre Antônio Garcia, Otacílio Paiva e Antônio Bonfim, entre outros. Em 1923  surge a banda Santa Cecília, mais conhecida como “Barriguda”. A curiosidade é  que entre seus mestres estava Polycarpo Diniz de Rezende, que foi sete vezes  prefeito de Rosário do Catete.

Outro fato curioso nesse município é a tentativa de mudança de nome. Na gestão do prefeito Otacílio Vieira de Melo, em 1945, apareceu a idéia de mudar o nome da cidade de Rosário do Catete para Marynardina. Alguns diziam que o prefeito queria homenagear o filho mais ilustre, Augusto Maynard Gomes, que foi general do Exército, interventor, duas vezes senador e até governador de Sergipe. Mas os opositores revelam uma história nada convencional. Alguns diziam que Mary era uma amante que o governador mantinha no Rio de Janeiro e em sua homenagem daria o nome à cidade. Graças à resistência de intelectuais como João Moraes, José Paes, Sebrão Sobrinho e Polycarpo Diniz, a mudança do nome não foi efetivada. No final de 1854, o Barão de Maruim era vice-presidente do Estado. Um homem de grandes influências nacionais. Por conta do porto (escoamento dos produtos), o barão queria que a capital saísse de São Cristóvão e foi transferida para Aracaju. Numa manhã, o Barão de Maruim, um dos homens mais ricos do Estado, convocou todos os deputados para comparecer em seu Engenho Unha do Gato, em Rosário do Catete. Usando dinheiro, seu poder de convencimento foi total. No Unha do Gato, o barão instalou a Assembléia Provincial e os deputados votaram pela transferência da capital de São Cristóvão para Aracaju. Por ordem de um mensageiro, o barão pediu que o presidente do Estado, Ignácio Joaquim Barbosa, fosse ao Engenho Unha do Gato sem comunicar a ninguém, e lá assinou a transferência da capital. Essa ata de mudança existe até hoje em mãos de historiadores. Além da política e da área jurídica, Rosário do Catete também é terra das bandas de música. A primeira deque se tem notícia é de 1906. Era chamada de Coração de Maria e apelidada de “Injeitada”. Seus mestres foram o padre Antônio Garcia, Otacílio Paiva e Antônio Bonfim, entre outros. Em 1923 surge a banda Santa Cecília, mais conhecida como “Barriguda”. A curiosidade é que entre seus mestres estava Polycarpo Diniz de Rezende, que foi sete vezes prefeito de Rosário do Catete.


I- Informações  Gerais

- Prefeito eleito (2009- 2012): Eltevino Barreto
-
Distância para Aracaju: rodovia: 37 km; em linha reta: 24 km
- Área: 101,5
km²; participação na área do Estado: 0,46 %
- Municípios limítrofes:
Carmópolis, Capela, Siriri, Divina Pastora, Maruim, General Maynard, e Santo
Amaro das Brotas.
- Clima: precipitação média anual: 1.400,0 mm;  temperatura media anual: 26,0 ºC
- Vegetação: capoeira, caatinga, mata,  campos limpos e sujos
- Divisão por bacia hidrográfica rio Sergipe: 0,3
km² ( 0,3 %)
rio Japaratuba 101,2 km² ( 99,7 %)
- Área pertencente ao
polígono das secas: 0,0 %

II- Principais Recursos Hídricos  Existentes
- Cacimbas familiares
- Lagoa: Capim Açu, da  Marreca, do Cipó, do Patinho, Serra Negra e do Cachorro
- Nascentes:  minadouros diversos, Minante Poço Quente  Poços tubulares: Veja item IV -  Rio: Sergipe, Siriri, Mocambo, Riachão, Siriri Morto  Riacho: da Várzea, Sem  Nome, das Pedras, Bernardo, Bueiro.

III- Fontes de Abastecimento
dos Principais Núcleos Residenciais (2002)
 Sede Municipal: água  encanada fornecida pela DESO, tendo como área de captação o Minante do Poço  Quente - Siririzinho: água encanada proveniente do Riacho Bernardo -  Tamandaré: água encanada proveniente do Minante Poço  Quente
-
V- Principais Problemas Ambientais e de Recursos
Hídricos (2002)


- Lixeira a céu aberto, localizada no entorno da  sede municipal. - Poluição do rio Siriri por esgotos sanitários. Degradação de algumas áreas agrícolas por efluentes provenientes da CVRD. -  identificação no município de focos de esquistossomose, por exemplo, cita-se a  Lagoa do Cachorro. - Supressão da mata ciliar dos rios e riachos. - Falta  de abastecimento de água em algumas comunidades e povoados do município. - Registram-se reclamações sobre a qualidade da água fornecida para a população,  sobretudo no período de chuvas, quando requer mais tratamento para a retirada de  sedimentos. - O rio Siriri apresenta-se bastante poluído, o que favorece a  mortandade da fauna aquática. - Necessidade de dragagem do Rio Siriri para  evitar enchentes.


Organizações sociais
1 Catete Velho Associação de Produtores Rurais  de Catete Velho 
2 - Sede Associação das  Costureiras
3 ― Associação de Moradores e Amigos da Cidade de Rosário do  Catete
4 ― Associação de Moradores da Rua da Ponte
5 ― Associação de  Moradores da Rua Santo Amaro
6 ― Associação de Moradores do Bairro  Vermelho
7 ― Associação de Moradores do Humberto Gomes
8 ― Associação de  Moradores Unidos da Rua da Ponte
9 ― Associação de Produtores de Milho de  Fazenda Catete Velho - Agromilho
10 ― Associação de Produtores Rurais do  Rosário do Catete
11 ― Associação Maria Rosa Vieira de Melo
12 ―  Associação Unidos da Rua da Ponte
13 ― Conselho da Criança e do  Adolescente
14 ― Conselho da Merenda Escolar
15 ― Conselho de Ação  Social
16 ― Conselho Municipal de Assistência Social
17 ― Conselho  Municipal de Educação
18 ― Conselho Municipal de Saúde
19 ― Obra Social  Nossa Senhora do Rosário
20 ― Sindicato dos Trabalhadores Rurais – STR
21  Siririzinho Associação de Moradores do Povoado Siririzinho
22 Tamandaré  Associação de Moradores e Amigos do Tamandaré



sexta-feira, 18 de março de 2011

HISTÓRIA DE ROSÁRIO - PARTE 02


Filhos Ilustres de Rosário do Catete:
Governadores :
Augusto Maynard Gomes -   nasceu no engenho Campo Redondo, de propriedade de seu pai e
localizado no município de Rosário do Catete (SE), em 16 de fevereiro de 1886, filho de Manuel Gomes da Cunha e de Teresa Maynard Gomes.  O jovem sergipano não fugiu á tendência belicosa dos rapazes do seu tempo e mal acabava  de completar  dezesseis anos de idade, seguiu  para o rio de  aneiro, onde assentou praça no 20º BC, aquartelado no Realengo, afim de ingressar na escola Militar, objetivo que alcançou um ano depois (1903). Mas o cadete dealista e impetuoso não queria percorrer a senda militar pela comodidade burocrática, curtindo o ócio do sedentarismo ou conquistando galões premiados de uma passividade acomodatícia.
 Luiz Garcia  -  filho de Antonio Garcia Sobrinho e de Antonia Garcias , nasceu em Rosário do Catete em 14 de outubro de 1910. Seu pai, alternando atividades comerciais com a de funcionário público, encaminhou os filhos para os estudos, enquanto dava o exemplo político do engajamento, como quando apoiou o movimento tenentista de Augusto Maynard Gomes. Família grande – Luiz, Robério, Antonio, Carlos, José – para citar apenas os homens que saíram de Rosário do Catete e se tornaram advogados, médico, engenheiro -, apenas Robério Garcia não teve formação superior, sacrificando-se, por opção pessoal, para ajudar a que os irmãos obtivessem o grau nas profissões que escolheram.
Leandro Maynard  Maciel Leandro Maynard Maciel, filho do Bacharel  e político Leandro Ribeiro de Siqueira Maciel , nasceu em Rosário do Catete -Sergipe no dia 8 de dezembro de 1897. Começou seus estudos em Rosário seguindo depois para Salvador. Na Bahia, graduando-se Engenheiro Civil  segue para a Paraíba e, posteriormente, retorna a Sergipe exercendo sua profissão e assinando várias obras importantes no Estado.   Exerceu vários Cargos Públicos, tais como: Diretor de Obras Públicas,  Diretor da Energipe (serviço de Luz e Força), Presidente do IAA (Instituto do álcool e Açúcar),    Fiscal do Serviço de Águas e Esgotos de Aracaju. Na política foi eleito a vários  mandatos como Deputado Federal ( 1930 a 1930), Deputado Federal  (1933 a 1935), Senador  ( 1935 a 1937, 1967 a 1975)  Deputado Federal (1946 a 1951) e  Governador  (1955 a 1960).  
 Edelzio Vieira de Melo   Nascido em Rosário do Catete, no Engenho Catete Velho, viveu parte da infância em Maroim, em companhia dos pais, o desembargador José Sotero Vieira de Melo e Arminda Barreto de Melo, seguiu para o Rio de Janeiro, para estudar na Escola Militar. Do Rio veio para Salvador, ainda como militar, optando por fazer o curso médico na velha e tradicional Faculdade de Medicina da Bahia, colando grau em 1936. Vice governador eleito em 1950,  Edelzio Vieira de Melo foi proclamado e diplomado vice governador. Quis assumir, de acordo com o Tribunal Regional Eleitoral, mas o Palácio bateu-lhe as portas. Seguro de suas idéias, destemido nos seus propósitos, formou um grupo cívico e foi ao Palácio, sem sucesso, deu meia volta e foi assumir o Governo na Assembléia Legislativa, permanecendo como chefe do Poder Executivo de 17 de fevereiro e 12 de março de 1951 . Atendendo a apelos dos amigos e correligionários foi candidato a deputado federal, em 1962, na memorável campanha que levou Seixas Dória, dissidente da UDN, a ser eleito governador de Sergipe. Edelzio Vieira de Melo perdeu a eleição por poucos votos. Falou-se em fraude, em violação de urnas, bem ao sabor daquele tempo. O coração não resistiu, a frustração dos últimos resultados eleitorais pesou mais forte e ele morreu, no auge da maturidade, deixando um exemplo singular para a vida pública sergipana. Casado com Mary Barreto, filha de Ariovaldo Barreto, usineiro da capela, pai de cinco filhos – Sérgio, Geraldo, Gilza, Arminda e Silvia – que levam adiante, com as novas gerações, as tradições da família e o legado exemplar de Edelzio Vieira de Melo.

GEOGRAFIA E HISTÓRIA DE ROSÁRIO PARA O CONCURSO - Parte 01

Nasceu povoação de Rosário do Catete  às margens do rio Siriri a primeira ocupação se deu nas terras que pertenciam ao Engenho Jordão, de propriedade do senhor  Jorge de Almeida Campos . Este  por iniciativa  dos escravos  fez doação de uma área de terra afim de  que fosse construída uma capela  para a imagem de Nossa senhora do Rosário. A imagem foi encontrada segundo os antigos moradores pelos negros naquelas proximidades. O pesquisador Luís Mott que as irmandades “Nossa senhora dos Homens  Pretos e Pardos”  aparece na segunda metade do século XIX,  nas seguintes cidades : Santo Amaro (1813) , São Cristóvão (1817 ), Socorro (1817) e Rosário do Catete em 1817 também .
            Quando a povoação de Rosário do Catete surgiu já existia a Vila de Santo Amaro das Brotas. Esta Vila, exerceu durante muito tempo domínio politico administrativo em toda a  região, tendo forte influencias nos negócios da província de Sergipe , devido a localização  do “porto da redes”, por onde exportava toda a produção de açúcar da cotenguiba.
1828 - A povoação de Maruim que também era subordinada a Vila  Santo Amaro das Brotas teve sua administração transferida  para Rosário, por ordem  do Governo Provincial, até que os ânimos das lideranças politicas locais se acalmassem.
1831 – Rosário passa à Freguesia  de Nossa senhora do Rosário do Catete, época em que foi criado o distrito municipal por Decreto de 12 de outubro de 1831.      ( data essa da padroeira da cidade)
 1836 – Nasce  a Vila de Rosário do Catete, por lei Provincial de 12 de março  de 1836, como resultado da revolta de Santo Amaro das Brotas contra Maruim e Rosário...Isso tendo como motivos problemas eleitorais, roubos de umas urnas no município de Lagarto envolvendo os eleitores dos partidários Sebastiao Gaspar de Almeida Boto e Antonio da Silva Travassos, ambos natural de Santo Amaro das Brotas . ambos partidários travaram uma luta durante  a revolta que culminou na morte de um soldado da cavalaria de nome “Evaristo”que foi morto pelos homens de “Boto”, isso altentou ainda mais o ânimos de revolta do povo de santo Amaro que a partir dessa data delimitou a área da então emergente  “Vila de Rosário do Catete “. No localdo trágico assassinato   foi erguido uma  capela no qual a comunidade passou a chamar de “CRUZ DO EVARISTO” como conta o memorialista local “Luís ferreira Gomes”, tendo como o marco zero, marco histórico da cidade.
                A lei de 12 de março de 1936 , foi sancionada pelo Presidente da província de Sergipe . o Dr. Bento de Melo Teixeira, elevando a categoaia de Vila povoação de Rosário , com a denominação de “Vila de Nossa Senhora do Rosário do Catete ” desmembrando do termo da Vila de Santo Amaro;

Importante:
1911 – Foi realizada a Divisão administrativa.
1932 – Por decreto de lei  de 12 de julho de 1932, foi definitivamente elevada a condição de Cidade.
1943 – verificada que a denominação do município entrava  em choque com a legislação  federal disciplinadora dos topônimos  das cidades e vilas brasileiras , de acordo com as disposições do decreto lei  estadual nº 377, de 31 de dezembro de 1943, o município passou oficialmente a adotar o topônimo de Rosário do Catete.

1954 – pela lei estadual nº 554, de 6 de fevereiro de 1954, o Distrito único termo na comarca de Maruim.
Vamos lá:

                  Rosário do Catete, a historia conta que foi encontrada pelos escravos uma imagem de Nossa senhora do rosário nas matas locais daí o município ficou marcado pela sua devoção a Virgem Maria, a “irmandade dos homens Pretos e pardos” isso contribuiu para o nome da cidade de
Rosário
.

               ENGENHO CATETE VELHO – Pertenceu a Sr. José de Paes de Azevedo e Sá conhecido como sr. Juca das oitocentas algumas pessoas comentam que provavelmente a cidade recebeu este nome por causa do engenho, os familiares da mesma família aqui cidadã comentam que seu antepassados fizeram doação das terras para compor e ampliar poder  administrativo municipal os antepassados do engenho foram: Raimundo Teles Barreto (1827 - 1870), Josefa Tereza Meneses ( 1836 – 1907 ).
             ASPECTOS GEOGRÁFICOS :
Os municípios da Cotenguiba  estão localizados na parte leste do Estado e divididos em
Microrregião
“cotenguiba  e  Mesorregião “Baixo Cotenguiba”
Ao leste :         
Cotenguiba :Capela , Divina pastora , Santa Rosa de Lima ,  Siriri

Baixo
cotenguiba:
Carmopolis,   General Maynard  , Laranjeiras ,  Maruim,  Rosário do Catete  Santo Amaro das Brotas

POSIÇÃO GEOGRÁFICA  DE ROSÁRIO DO CATETE
A sede do município de Rosário do Catete  esta localizada a 22 m de altitude, determinada  pelo paralelo de 10º01’51” de longitude oeste. Desta meridiano em linha  reta 45 Km de Aracaju, capital do Estado.

LIMITES:
Ao Norte, com os municípios de Siriri e Capela. 
Ao Sul , com Santo Amaro das Brotas e Maruim.
Ao Leste, com General Maynard  e Carmopolis.
Ao Oeste, com Divina Pastora .
RELEVO :  Apresenta em forma de colinas , de toros convexos, modeladas com rochas sedimentares, com altitudes inferiores  a 100 m.

RIOS :  A hidrografia do município é representada pelo seu principal rio. O rio “Siriri” Afluente da bacia do Japaratuba e seu afluentes  Riachão a oeste.
CLIMA :  Megatérmica, muito quente e sub úmido , do tipo seco.

O RIO SIRIRI :  -  O rio Siriri nasce na mata do Sipó a 6 km  da cidade  de Capela, passando ainda pelos municípios de Siriri, Divina Pastora, Maruim, rosário do Catete , general Maynard  e Santo Amaro das Brotas.   È marco divisório dos municípios de Siriri, Divina Pastora e Maruim. Desagua no rio Japaratuba, perto  da sua foz no oceano atlântico, pouco caudaloso porém perene, suas aguas sempre foi usada pala comunidade para o consumo domestico.
GEOLOGIA : Compreende em |terrenos Arqueanos , algonquianos, silurianos, permiados, triássicos, cretáceos e cenozoicos.

Os terrenos são de idade  intermediaria , da era mesozoica, representados pelos seguimentos que constitui a bacia sendimentar de Sergipe. O calcário. Também são associados os sedimentos da bacia .O  POTÁSSIO  (Vale do Rio Doce ) MAGNESIO, SAL-GEMA  PETRÓLEO , GÁS NATURAL.

SOLO
argilosos

VEGETAÇÃO
– Floresta atlântica , planície e encosta , grande parte degradada em função das atividades agropecuárias,  também o uso  para o plantio da cana de açúcar. O município só possui  “dois  povoados” chamado Tamandaré e   Sririzinho, este  que divide com o município de Siriri .(na verdade meio povoado já que dudide o mesmo com o municipio de Siriri )

POPULAÇÃO:   9.222 hab.    Em 2010
ÁREA :                105,66 km2


 foram incluídas as informações dasvariáveis de Se especificações, Ignorados e Estrangeiros.

 http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=280610





LEMBRAMOS QUE SUA PRINCIAL ECONOMIA É O POTASIO , A VALE DO RIO DOCE ESTA NO MUNICIPIO DE ROSARIO É É AMAIOR PRODUTORA(MINERADORA ) DE POTÁSIO DA AMERICA LATINA

TAMBÉM O PETRÓLEO FAZ PARTE DA ECONOMIA  DE ROSÁRIO.

veja tambem algo sobre a Vale do Rio Doce


quarta-feira, 16 de março de 2011

HISTÓRIA DE ROSARIO DO CATETE PARA O CONCURSO !

NESTA SEXTA AQUI MESMO TODA A HISTÓRIA DE ROSÁRIO DO CATETE 
PARA O CONCURSO

sexta-feira, 11 de março de 2011

HISTÓRIA POLÍTICA DE ROSÁRIO DO CATETE - 175 ANOS

ROSÁRIO DO CATETE, 175 ANOS DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA

 
LEANDRO MAYNARD MACIEL



Prof. Adailton Andrade





Leandro Maynard Maciel, filho do Bacharel e político Leandro Ribeiro de Siqueira Maciel , nasceu em Rosário do Catete -Sergipe no dia 8 de dezembro de 1897. Começou eus estudos em Rosário seguindo depois para Salvador. Na Bahia, graduando-se Engenheiro Civil segue para a Paraíba e, posteriormente, retorna a Sergipe exercendo sua profissão e assinando várias obras importantes no Estado. Exerceu vários Cargos Públicos, tais como: Diretor de Obras Públicas, Diretor da Energipe (serviço de Luz e Força), Presidente do IAA (Instituto do álcool e Açúcar), Fiscal do Serviço de Águas e Esgotos de Aracaju. Na política foi eleito a vários mandatos como Deputado Federal ( 1930 a 1930), Deputado Federal (1933 a 1935), Senador ( 1935 a 1937, 1967 a 1975) , Deputado Federal (1946 a
1951) e Governador (1955 a 1960).


Com a redemocratização de 1933/1934 ajudou a criar um partido político, o Partido Social Democrático (PSD). O período inaugurado com a queda do Estado Novo marcou um dos "ciclos de redemocratização" na política brasileira. A dinâmica da disputa partidária e os padrões de comportamento eleitoral no período são aspectos estudados em detalhe pela Ciência Política no Brasil. No referido período, apesar da instabilidade do "sistema político" brasileiro, verifica-se a diversificação social e ideológica da "elite política", com o ingresso de agentes oriundos de segmentos sociais distintos e a redefinição dos repertórios de mobilização acionados por ocupantes de cargos eletivos. No entanto, pouca atenção tem sido dada para as transformações na composição da "elite política", suas origens sociais, a diversificação das bases sociais de recrutamento e as conseqüências na reconfiguração do espaço político no país (MICELI, 1981).

Anos mais tarde em 1945 Leandro Maynard Maciel funda a União Democrática Nacional (UDN ). Fato que demonstra o prestígio político e o poder econômico da tradição de família. A análise que segue centra-se, então, nos processos de reconversão, reprodução, ascensão e afirmação de
agentes e "famílias de políticos" ao longo do século XX.
Deste modo, o período que Leandro Maciel exerceu seu mandado ficou conhecido como “O Leandrismo” marcando a política de Sergipe. Esses comportamentos eleitorais do período são aspectos estudados em detalhe pela Ciência Política no Brasil. No referido período, apesar da instabilidade do "sistema político" brasileiro, verifica-se a diversificação social e ideológica da "elite política", com o ingresso de agentes provenientes de segmentos sociais distintos e a redefinição dos repertórios de mobilização acionados por ocupantes de cargos eletivos. No entanto, pouca atenção tem sido dada para as transformações na composição da "elite política", suas origens ociais, a diversificação das bases sociais de recrutamento e as conseqüências na reconfiguração do espaço político no País.


 Leandro Maciel soube lidar com as rivalidades entre os principais partidos, na campanha eleitoral para o governo do Estado, que na época foi dividido em dois blocos políticos: um liderado pela UDN (destacando- se alguns interiores como Lagarto, Tobias Barreto, Riachão, Itabaiana, Simão Dias, laranjeiras) e o outro bloco formado e liderado pelo PSD e o PR, coligação que estava no governo a oito anos, os udenistas apelidados de boca bretã e os PSD e PR de rabo branco.




A década de 50 foi uma das mais marcantes na Política dominante em Sergipe, pois tinha a União Democrática Nacional (UDN), liderada em Sergipe, pelo Senhor Leandro Maynard Maciel. Deste modo, procedente de uma família tradicional de liderança e poder no Cenário político sergipano,
soube manter a tradição da família nos domínios do campo político, sabendo conduzir sua força política no Estado de Sergipe.


_______________________

Autor:
Licenciado em História, pós-graduado em Ensino  Superior em História. Pós Graduando em Sociedade e Cultura Sergipana, aluno  especial de mestrado em Ciências Sociais da Universidade Federal de Sergipe.  Membro do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe.Membro na qualidade de pesquisador dos Grupos de Estudo e Pesquisa da UFS: Estudo do Tempo Presente /  UFS. Grupo de Estudos e Pesquisas em História das Mulheres (UFS / CNPq).GEMPS -  Grupo de Estudos e Pesquisas em Memória e Patrimônio Sergipano. Professor da
rede particular e Pública de ensino. Contato : adailton.andrade@bol.com.br
adailton_andrade@hotmail.com



domingo, 13 de fevereiro de 2011

RESULTADO DO CONCURSO DE CARMOPOLIS


AGUARDEM !
RESULTADOS DO CONCURSO DE CARMOPOLIS 2011

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

HISTÓRIA DE CARMOPOLIS - PARTE 4


HISTÓRIA DE CARMOPOLIS - PARA O CONCURSO


 Sou mais Carmopolis     Rui Acciole




FESTAS E EVENTOS


16 DE OUTUBRO - EMANCIPAÇÃO POLITICA DE CARMÓPOLIS

16 DE JULHO - FESTA DE NOSSA SENHORA DO CARMO (PADROEIRA DO MUNICÍPIO)

15 DIAS ANTES DO CARNAVAL - CARMOFOLIA

1 DE JANEIRO - FESTA DE BOM JESUS DOS NAVEGANTES (AGUADA)

24 DE JUNHO - SÃO JOÃO (AGUADA) - Batalhão de Bacamarteiros

29 DE JUNHO - SÃO PEDRO - Batalhão de Bacamarteiros

SABÁDO DE ALELUIA - FESTA DO SAMBA DE ABOIO

ÚLTIMA SEXTA FEIRA DO MÊS - SEXTA DA CULTURA



BACAMARTEIROS

É o principal grupo e foi fundado no Povoado Aguada, ainda na época da escravidão, por volta de 1780 nos engenhos de cana-de-açúcar. Os negros se mobilizavam para a brincar samba de roda e atirar com bacamarte, arma artesanal fabricada pelos próprios negros. Todos os instrumentos musicais(pandeiro, ganzá,reco-reco e onça), bacamartes e a pólvora são fabricados pelo próprio grupo. Para a confecção dos instrumentos musicais é usada a madeira do jenipapeiro, árvore frutífera da região, couro de animais e sementes. Na fabricação da pólvora são utilizados o carvão (feito da umbaúba), cachaça e enxofre. Durante o mês de junho, os componentes se reúnem para o ritual do Pisa Pólvora.O grupo tem, atualmente, 60 componentes entre homens, mulheres e crianças. Essa manifestação é passada de pai para filho. Tem componente que tem em torno de 80 anos e o mais novo tem 7 anos. Sua dança e musica são inconfundíveis e por onde passam, contagiam a todos. Desfilam nas ruas durante os dias 24 no povoado e no dia 29 na sede do município visitando as residências de pessoas tradicionais, onde consegue agrupar centenas de pessoas que cantam e dançam suas musicas. O tradicional tiro de bacamarte é a atração. Já se apresentaram e se apresentam em cidades de vários estados do Brasil.



 

PARQUE DA MANGUEIRA


Quem chega a Carmópolis tem a disposição uma grande área verde para viver horas inesquecíveis de puro lazer.

O Parque da Mangueira oferece uma completa infra-estrutura, incluindo restaurantes, barzinhos, churrasqueiras, quiosques, quadras de esporte, campo de futebol de areia, praça, área de camping e em meio a tudo isso que você pode aproveitar o caminho natural existente no parque e fazer uma fascinante caminhada de 1.300 metros entre mangueiras, dendezeiros, cajazeiras, mulungus, palmeiras e várias outras arvores, muitas delas seculares. Pode também apreciar os riachos que nascem no meio da mata e formam duas piscinas. No parque você sente a plenitude da natureza, e toda a sua beleza

PRÓXIMO Nº  05
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FONTE :  Sou mais Carmopolis     Rui Acciole

HISTÓRIA DE CARMOPOLIS - PARTE 03

HISTÓRIA DE CARMOPOLIS  PARA O CONCURSO



Postado por Sou + Carmópolis
Rui Acciole





PATRIMONIO

IGREJA DE SANTANA DO MASSACARÁ

A igrejinha de Santana do Massacará tem como padroeiro Nossa Senhora Santana, está situada em uma chácara, denominada Santana, nas margens da rodovia estadual que interliga o Povoado Aguada a sede do município e está distante da mesma em 3 km

Foi construída em fins do século passado, sob inspiração dos carmelitas e hoje é um patrimônio cultural-religioso. Seu estilo colonial, suas imagens e altares revestidos de ouro, são retratos de uma época de riqueza e fé. Os restos mortais do ex-Governador Leandro Maciel estão guardados em uma urna

Samba de Aboio ou Samba de Bate-Coxa

Grupo de influencia negra que teve sua origem a muitos e muitos anos atrás, quando ainda existia cativeiro, uma menina angolana chamada TAMASHALIM ECUOBANKER foi vendida para o engenho São João, no município de Japaratuba. Esta se casou e veio a ter uma filha chamada de Maria da Solidade, que por sua vez também se casou e teve três filhos, Manoel Francisco da Mota, João Francisco da Mota e Maria Benedita da Mota, que ao completar mais ou menos 10 anos de idade encontrou na margem de um tanque, uma estranha pedra e correu para casa dizendo ter encontrado uma boneca e sua avó, TAMASHALIM ECUOBANKER, por ser nagô, tinha certos conhecimentos, lhe disse que era Iansã, à qual chamamos de SANTA BÁRBARA. Então, se passou a comemorar o Festejo de Santa Bárbara em todos os Sábados de Aleluia e em todos os Domingos da Ressurreição. Maria Benedita veio a falecer, e a sua mãe, Maria da Solidade continuou a festejar até sua morte em 1947, a partir dai seus filhos mantiveram a tradição até 2001. A festa de Santa Bárbara, através do Samba de Aboio tem à frente José Francisco Mota de Assis e conta com a cooperação de filhos, irmãos, sobrinhos e netos. O grupo dança em roda, defronte a sua sede, no Povoado Aguada cantarolando suas musicas, e sempre tem dois participantes no meio e estes, aproximam-se e colocam peito com peito, apoiando-se mais nos ombros e ambos afastam a coxa o mais que podem e choca-se num golpe rápido, sendo que apos o contato, estes se retiram convidando outros participantes para continuar a brincadeira. Durante as festividades são fornecidos pirões de carne de bode e de galinha de capoeira

Passeio pelo Rio Japaratuba

Um belo passeio que pode ser feito através de barcos ou canoas e no trajeto, várzeas, manguezal, coqueiral, fazendas, povoações e o encontro do rio com o mar na cidade litorânea de Pirambú.

Farmácia Viva

Criada na administração do ex-prefeito Theotônio Neto, é parte integrante do Projeto Ouro Verde, que prevê ações nas áreas de preservação ambiental e produção de alimentos. A farmácia viva preserva e explora plantas medicinais transformando esses recursos naturais em remédios e alimentos, destinados especialmente 'a população carente da região e é mantida pela prefeitura do município

Postado por Sou + Carmópolis
 
 
 
ADMINISTRADORES


Luiz Maciel Barreto Intendente interino

01/02/1933 - Honorino Ferreira Leite - Nomeado intendente pelo decreto de 29/12/32

13/08/1934 - Antônio Amaral Lemos - Nomeado intendente pelo Major Interventor Federal

14/04/1935 - Francisco Teles Barreto - Nomeado intendente pelo Governador do Estado em 08/04/1935 -

09/08/1935 - Simeão Amaral Lemos - Nomeado Prefeito pelo Governador do Estado

14/12/1935 - José Lino Filho - Prefeito eleito

02/12/1937 - José Lino Filho - Prefeito nomeado pelo Interventor do Estado Eronildes Ferreira

22/02/1939 - Fenelon da Costa Cardoso - Prefeito nomeado pelo Interventor do Estado

31/08/1940 - José Amado Alves - Prefeito nomeado pelo Interventor do Estado em 29/08/40

03/08/1941 - José de Aguiar Lemos - Prefeito nomeado pelo Interventor do Estado (29/07/41)

12/02/1943 - José Ferreira Passos - Prefeito nomeado pelo Interventor do Estado (02/02/43)

01/02/1945 - Anizio Teles Barreto - Prefeito nomeado

19/04/1947 - Marcionilo de Melo Lopes - Prefeito nomeado pelo Governador do Estado

05/11/1947 - Alberto Narciso da Cruz - Prefeito eleito em 19/10/47

01/02/1951 - Simeão Amaral Lemos - Prefeito eleito

03/06/1951 - Cantidiano Rosa Bomfim - Presidente da Câmara que assumiu as funções em vista do afastamento de Simeão Amaral Lemos para tratamento de saúde

21/07/1951 - Simeão Amaral Lemos - Prefeito que reassumiu o cargo

05/05/1954 - Gilberto Amaral Lopes - Prefeito eleito pela Câmara de Vereadores em 15/05/54

14/05/1954 - Cantidiano Rosa Bomfim - Presidente da Câmara que assumiu como Prefeito

06/02/1955 - Hermes Fontes da Cruz - Prefeito eleito em 3/10/54 pelo Partido Republicano

31/01/1959 - Roberto do Prado Sobral - Prefeito eleito pelo Partido Republicano





03/02/1963 - Ariovaldo Ferreira de Souza - Prefeito eleito pelo Partido Republicano

02/02/1967 - Ariovaldo Ferreira de Souza - Interventor municipal nomeado pelo Governador



30/03/1967 - Gilberto Amaral Lopes - Prefeito eleito pela ARENA



31/01/1971 -José Fontes Barreto - Prefeito eleito pela ARENA

31/01/1973 - Manoel Joventino Magalhães - Prefeito eleito pela ARENA

01/02/1977 - Volney Leite Alves - Prefeito eleito pela ARENA



31/01/1983 - Gileno Alves de Melo - Prefeito eleito pela PDS



01/01/1989 - Theotonio Narciso da Cruz Neto - Prefeito eleito

24/04/1989 - José Fernando dos Santos - Vice-Prefeito assumiu durante viagem do titular ao Espirito Santo

29/04/1989 - Theotonio Narciso da Cruz Neto - Reassumiu o cargo

12/09/1991 - José Fernando dos Santos - Vice-Prefeito assumiu durante viagem do titular a Alemanha

22/10/1991 - Theotonio Narciso da Cruz Neto - Reassumiu o cargo

170/8/1991 - Idelfonso Cruz Oliveira - Presidente da Câmara assumi tendo em vista viagem ao Rio de Janeiro

25/08/1991 - Theotonio Narciso da Cruz Neto - Reassumiu o cargo

01/01/1993 - Volney Leite Alves

01/01/1997 - Theotonio Narciso da Cruz Neto

01/03/2000 - Idelfonso Cruz Oliveira - Vice-Prefeito assumiu durante viagem do titular

10/03/2000 - Theotonio Narciso da Cruz Neto - Reassumiu o cargo

29/12/2000 - Idelfonso Cruz Oliveira - Vice-Prefeito assumiu durante viagem do titular

01/01/2001 - Volney Leite Alves

01/01/2005 - Volney Leite Alves

01/01/2009 - Esmeralda Mara Silva Cruz
 
 
PRÓXIMO Nº 4
 
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Estas postagens sao de autoria do blog  Sou + Carmópolis - Rui Acciole

HISTÓRIA DE CARMOPOLIS - PARTE 02





FONTE: Postado pelo Blog


O MUNICÍPIO


LOCALIZAÇÃO

O município está localizado na região leste do Estado de Sergipe, limitando-se com o município de Japaratuba ao norte, Rosário do Catete a oeste, a sul com General Maynard e a leste com Santo Amaro das Brotas e Pirambú. Suas coordenadas são Latitude 10º 33′ 45″ SUL e 36º 57′ 23″ de longitude oeste. A sede do município está situado no cimo de um planalto com 60 metros de altitude




ÁREA

A área municipal abrange 45,91km2. Além da sede o município possui um povoado denominado: Aguada.

POPULAÇÃO

Segundo dados do IBGE, através do Censo Demográfico de 2000, o município possui uma população de total de 9.352 habitantes, sendo 7.606 residentes na área urbana. A Contagem da População realizada pelo IBGE em 2007 já credita 11.911 habitantes

ECONOMIA

As principais atividades econômicas do município são a mineração, agricultura, pecuária e avicultura. O Coco-da-baía destaca-se dentre os produtos agrícolas sendo seguido pela banana, mandioca, feijão, milho, manga, amendoim e goiaba. Os galináceos predominam na avicultura. A criação de bovinos enfatiza-se em maior quantidade, ainda há a de eqüinos, suínos, muares e ovinos. Na mineração a produção de petróleo e gás gera grande receita para o município. O comércio é médio e bem diversificado. Na indústria, têm-se fábricas de beneficiamento de coco-da-india e sabão.

AGUADA

Único povoado de Carmópolis, distante a 7 kms do municipio, está interligada ao mesmo por uma rodovia asfaltica, estando bem localizado entre os municípios vizinhos.Possui água encanada e energia elétrica em todas as residencias e dispõe de telefone fixo, todos os logradouros são pavimentados à paralelepipedos, funcionam 3 escolas do ensino fundamental e um jardim de infância, possui um dos melhores clubes sociais da região e dispõe de quadra de esportes e estádio de futebol



HIDROGRAFIA

Na Hidrografia o município está inserido nas bacias hidrográficas do rio Japaratuba. Constituem a drenagem principal os rios Japaratuba, Siriri e Riachão.

CLIMA

O Clima é megatérmico umido a sub-úmido, com temperatura média anual de 25,0oC, precipitação pluviométrica média no ano de 1.400mm e período chuvoso de março a agosto.

RELEVO

O seu relevo apresentam Planície Litorânea, Tabuleiro Costeiro e Planície Fluvial.

VEGETAÇÃO

A vegetação está caracterizada por Capoeira, Campos Limpos e Sujos, Caatinga e vestígios de Mata.Entre as árvores tem-se angelim, araça, araticum do brejo, aroeirinha, brauna, biriba, burra leiteira, cajazeira, camarão, cambotá de leite, canafistula, cedro, cuiri, dendezeiro, espinheiro branco, goiabeira, ingázeira, ipê amarelo, ipê roxo, itapicuru, jaqueira, jenipapeiro, juá, louro, mangueira, mau vizinho, moisés, mulungu, murici, pau sangue, pau pombo, pau ferro, pé de galinha, sapucaia, sucupira, tucum, umbauba

SOLOS

Os solos são Podzólico Vermelho-Amarelo equivalente Eutrófico, Hidromórficos e Podzólico Vermelho-Amarelo.

FAUNA

A fauna é composta por gaviões, corujas, beija-flores, sapos, cotia, gambá, preá, tatu-peba e o sagüi.





DATAS HISTÓRICAS

01.01.1923 - Instalação do Município e posse do primeiro Intendente – Francisco Teles Maciel.

06.02.1954 - Lei 554 – Eleva o Município a Termo Judiciário – Comarca de Japaratuba.

24.02.1965 - Primeiro Embarque de Petróleo, para as Refinarias da Bahia, por via férrea.

29.02.1919 - Sai a primeira edição do Jornal “A Voz do Povo”, empunhando a bandeira da libertação.

28.03.1938 - Decreto-Lei 69 – Eleva a Sede Municipal à categoria de Cidade.

01.05.1991 - Inauguração da Rádio-FM “Ouro Negro”, instalada no alto do Cerro de Maçacará.

01.05.1992 - Inauguração do Distrito Industrial,

04.05.1913 - Nasce em Carmópolis o poeta José Sampaio.

23.05.1897 - Nasce no Engenho Poções, ainda território de Rosário, o Patrono da Libertação – Francisco Teles Maciel.

01.07.1974 - Editado o primeiro número do “OURO NEGRO” - Boletim Informativo da Prefeitura de Carmópolis – sob a direção do jornalista Antônio Carlos da Conceição.

15.08.1963 - Descoberto o petróleo na Fazenda Mercês de Baixo.

16.10.1922 - Sanção da Lei 831 – Transforma o Distrito de Paz da Vila do Carmo em Município, estabelecendo definitivamente a Emancipação política.

26.10.1894 - Lei 83 – Eleva o Povoado do Carmo à categoria de Vila, continuando ainda subordinada a Rosário.

07.11.1921 - Lei 819 – Cria o Distrito de Paz do Carmo, delimitando o seu Território.

07.12.1964 - O Presidente da República – Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco – visita o Campo Petrolífero de Carmópolis e é recebido na Prefeitura, pelo Prefeito – Ariovaldo Ferreira de Souza, o Presidente da Câmara de Vereadores – Gilberto Amaral Lopes, o Chefe da Agência Municipal de Estatística – Antônio Carlos da Conceição, Vereadores e outras Autoridades.

15.12.1938 - Decreto-Lei 150 – O Município de Carmo passa a ser Distrito de Paz de Rosário – Comarca de Maroim (Distrito de Paz é Divisão Administrativa Judiciária).

31.12.1943 - Decreto-Lei 377 – O Município de Carmo tem o seu Topônimo mudado para CARMÓPOLIS.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PERSONALIDADES

João Gomes de Mello (Barão de Maruim) - Nasceu em 18 de setembro de 1809 no Engenho da Santa Bárbara. Ele era proprietário das terras onde hoje se localiza o bairro Salusto Vieira de Melo (Bairro Invasão), em Carmópolis.
Na verdade 3 municipios querer ter Joao Gomes de Melo o Barão de Maruim como Filho ilustre , o proprio Maruim, Rosario e Carmopolis, mas nem um dos tres podem dizer isso

Quando  o Barão  de Maruim Nasce tudo alí era Santo Amaro das Brotas.
Enatão o Barao de Maruim é filho de Santo Amara nao de Carmopolis, nem Rosario e nem tão pouco Maruim.

José Sampaio - Nasceu na Vila do Carmo em 2 de maio de 1913. Começou os estudos em Carmópolis na escola de Dona Sirene. Ainda pequeno, mudou-se para Riachuelo. No início dos anos 30 trabalhou no comércio e escreveu seus primeiros poemas. De 1936 a 1944 colaborou com vários jornais e revistas.

Francisco Teles Maciel - Nasceu em 23 de maio de 1887. Ao lado de seu irmão José Teles Maciel, foram as figuras políticas de maior projeção na história de Carmópolis. Além da condição de agricultor e dono de engenho de açúcar, ele também se dedicava a mecânica. Foi um homem de visão social e de grande liderança política. Tornou-se o primeiro intendente, empossado em 1º de janeiro de 1923. Após cumprir o mandato de intendente, o líder do Engenho Porções foi eleito deputado estadual.

Manoel Joventino Magalhães - Nasceu na cidade de Tacaratu/PE, em 3 de setembro de 1920. Posteriormente fixou residência na cidade de Carmópolis onde entrou para o comércio, vendendo tecidos em sua residência e na feira da cidade, e depois abrindo sua loja em prédio próprio. Prosperou bastante, chegando a ser um dos principais comerciantes de Carmópolis. Foi suplente de vereador, assumindo o cargo de secretário e prefeito eleito.

Ignácio Felino Barreto - Nasceu em Carmópolis em 20 de fevereiro de 1906. Entrou na atividade econômica como comerciante e fez carreira política, sucedendo seu pai, ao lado do grande amigo e líder político Leandro Maynard Maciel, de quem nunca se afastou. Como líder político comandou a oposição ao dr. Octávio da Usina Oiterinhos, chefe do Partido Republicano, não conseguindo derrotar o adversário que representava o poder econômico do município. Com a morte dele, as lutas político-partidárias perderam a expressividade.



Gentil Acciole Gomes - Agricultor, comerciante e político. Elegeu-se vereador e tomou posse como vice-prefeito em 1967, morreu em 21 de fevereiro de 1973, assassinado friamente por um vizinho de terra quando se dirigia para o trabalho em sua propriedade.

Antonio Carlos da Conceição (Carlito) - Nasceu em Carmópolis, no antigo Arraial da Coruba, em 16 de janeiro de 1916. Passou por várias escolas primárias, abandonando-as sempre para trabalhar, já que era muito pobre. Passou pelo Grupo Escolar General Siqueira, em Aracaju, aos 9 anos de idade. É a memória viva de Carmópolis. É dele o hino do município.

OUTROS FILHOS ILUSTRES:

Honorino Ferreira Leite

Hermes Fontes Cruz

Manoel Cirino dos Santos

Cantidiano Rosa do Bomfim

Marcionilo de Melo Lopes

Anísio Teles Barreto

José Amado Alves

José Teles Maciel

Alberto Narciso da Cruz


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FONTE:
 Postado pelo Blog
 


































HISTÓRIA DE CARMÓPOLIS - PARTE 01



Carmópolis Histórico



Adailton Andrade


Rancho foi o nome primitivo de Carmópolis. Seu nascimento como povoado data do fim do período Colonial e início do Império resultando de um simples ponto de parada de feirantes; estes aí se reuniam para atravessar em grupo a antiga mata do Bonsucesso, onde havia mocambos de escravos fugidos dos engenhos da Cotinguiba, que com freqüência atacavam os vianjantes. A denominação posterior de Carmo, tem sua origem provável na influência dos Padres Carmelitas da Missão de Japaratuba, os quais, segundo D.Marcos de Souza - Memória da Capitania de Sergipe - 1808, visitaram "as correntes dos dois famosos Japaratuba, dos dois deliciosos Lagartixos e do puro Siriry. Todos estes rios deságuam no mar, quatro léguas abaixo da Missão de Nossa Senhora do Carmo". Do magnífico subsídio de D.Marcos de Souza à História de Sergipe, em que localizava a "Missão de Nossa Senhora do Carmo" quatro léguas acima da atual povoação de Pirambu, na barra do Japaratuba, tira-se a conclusão de que nenhuma dúvida pode ser suscitada quanto à passagem dos Carmelitas por Carmópolis, quando a atual cidade não passava de incipiente povoação. Data dessa época a construção da Igreja de Santana do Massacará, situada a pequena distância de Carmópolis O Município, criou-o a Lei estadual n.° 795, de 23 de outubro de 1920, com território desmembrado do de Rosário; a criação do distrito deve-se à de n.° 819, de 7 de novembro de 1921. Instalado em 1.° de janeiro de 1923, figura o Município de Carmo, em 1933, com um só distrito. Decreto-lei estadual n.° 377, de 31 de dezembro de 1943, modificou para Carmópolis o topônimo do Município e do distrito. Até a presente data permanece o Município de Carmópolis com o distrito único da sede. É Termo vinculado à Comarca de Japaratuba.
As referências mais antigas sobre o território que forma hoje as terras de Carmópolis, a 47 quilômetros de Aracaju, são de 1575, quando as colunas do conquistador Cristóvão de Barros começaram a invadir Sergipe. Depois de exterminar várias nações indígenas, ele doa ao filho, Antônio Cardoso de Barros, boa parte das terras do norte de Sergipe, entre os rios Japaratuba e São Francisco.No fim do período colonial e início do império nascia uma povoação denominada ‘Rancho’. A aldeia surgiu como um ponto de parada de feirantes que ali se aglomeravam e passavam em comboio para a antiga Mata do Bom Sucesso.



 Nela existia um quilombo formado por escravos que fugiam dos engenhos do Cotinguiba e atacavam os viajantes.Depois da chegada dos padres Carmelitas, o povoado Rancho passou a se chamar Carmo.





Num ponto mais alto daquelas terras foi instalada a Missão de Japaratuba e erguida a Igreja de Santana do Massacará. Mas logo depois os religiosos transferiram a missão para o Monte do Carmo de Japaratuba, algumas léguas mais adiante. Não se sabe ao certo, mais acredita-se que a transferência se deu por conta de uma epidemia de varíola. Em 1808 a população indígena nas terras que formam Carmópolis chegou a 300 pessoas.Por muitos anos a agricultura e a pecuária formaram a base da economia de Carmópolis. O município chegou a  ter uma grande produção de cana-de-açúcar, apesar de não possuir usinas. Na pecuária, o rebanho de bovinos chegou a ter 4 mil cabeças. Mas a partir da década de 50, a agricultura e pecuária tiveram queda significativa até na extinção da cana-de-açúcar.






Em 15 de agosto de 1963 a Petrobras descobriu petróleo no campo de Carmópolis. Esse campo abrange os municípios de Japaratuba, Rosário do Catete, Santo Amaro das Brotas, General Maynard e Maruim, o que o torna um dos maiores do Brasil.

A perfuração inicial do poço de Carmópolis começou no dia 1º de agosto de 1963 e o teste de produção foi realizado quinze dias depois. A produção de petróleo naquele poço começou no dia 4 de outubro do mesmo ano, onde eram extraídos cem barris por dia.



No dia 8 de dezembro de 1964, o presidente da República, Castelo Branco, esteve em Carmópolis inspecionando os poços. Em 1967 foi construído o oleoduto Carmópolis - Atalaia Velha. No dia 14 de julho de 1968 o presidente da República, Costa e Silva, também esteve em Carmópolis para acompanhar os trabalhos da Petrobras.





Formação Administrativa
Gentílico: carmopolense

Distrito criado com a denominação de carmo, pela lei estadual nº 819, de 07-11-1921, subordinado ao município de Rosário. Elevado à categoria de município com a denominação de Carmo, pela lei estadual nº 795, de 23-10-1920, desmembrado de Rosário. Sede no atual distrito de Carmo. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1923. Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937. Pelo decreto-lei estadual nº 377, de 31-12-1943, revogado pela lei nº 533, de 07-12-1944, o município de Carmo passou a denominar-se Carmópolis.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.



Alteração toponímica distrital
Gentílico: carmopolense


Carmo para Carmópolis alterado, pelo decreto-lei estadual nº 377, de 31-12-1943, revogado pelo decreto nº 533, de 07-12-1944.


PARTE 2
EM BREVE .




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Licenciado em História, pós-graduado em Ensino Superior em História. Pós Graduando em Sociedade e Cultura Sergipana, aluno especial de mestrado em Ciências Sociais da Universidade Federal de Sergipe. Membro do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe.Membro na qualidade de pesquisador dos Grupos de Estudo e Pesquisa da UFS: Estudo do Tempo Presente / UFS. Grupo de Estudos e Pesquisas em História das Mulheres (UFS / CNPq) Grupo de Estudos e Pesquisas Processos Identitários e Poder /UFS . Professor da rede particular e Pública de ensino. Contato : adailton.andrade@bol.com.br adailton_andrade@hotmail.com







domingo, 26 de dezembro de 2010

HISTORIOGRAFIA SERGIPANA

O SOCIAL NA HISTORIOGRAFIA SERGIPANA




Maria Thetis Nunes


Como acontece no país, em Sergipe também há o predomínio do interesse dos historiadores pela história política. A corrida pelo poder, os embates entre as autoridades representativas da metrópole nos tempos coloniais, as disputas pelos cargos, no executivo e no legislativo, entre os potentados da terra na época imperial, as lutas das oligarquias pelo comando político do Estado, através dos dois partidos rivais, ou melhor, das duas facções, (só assim poderiam ser considerados, desde quando não existia qualquer conotação ideológica diferenciando-os), e que se estenderam até mesmo após a Revolução de 1930, foram fatos que sempre impressionaram os historiadores, alguns sendo estudados minuciosamente.

Mas, geralmente, esqueceram esses estudiosos que, por trás das lutas pelo poder estavam as classes sociais, cujas características eram condicionadas pela estrutura econômica dominante.


domingo, 19 de dezembro de 2010

HOSPITAL DE ROSÁRIO DO CATETE


*Adailton Andrade





  Casa do padre Rocha, situada na rua pedra e cal, hoje esta mesma rua leva seu nome, no dia 15 de agosto de 1874 procedeu a eleição da diretoria que foi constituída deste modo:

O Hospital de Rosário do Catete foi inaugurado na década de 1930, mas sua primeira fundação que se chamava Casa de Caridade ou Associação Rosa Vieira de Melo foi criada em 6 de janeiro de 1874 através das idéias do Padre Luiz da Rocha Villar um homem de coração bom que dedicou sua vida em favor das pessoas pobres de Rosário do Catete, alem de padre, cuidava das chagas da alma, também cuida do corpo,


sábado, 23 de outubro de 2010

ELITE POLÍTICA EM ROSÁRIO DO CATETE-SE: UMA ANÁLISE DA TRAJETÓRIA DE LEANDRO MAYNARD MACIEL (1930 – 1975)

  LEANDRO MAYNARD MACIEL
                                                                                 Adailton Andrade 

  O presente texto objetiva analisar a formação e o estabelecimento de Leandro Maynard Maciel dentro de uma abordagem das elites no cenário político estadual e problematizar a importância do capital social articulado pelos políticos, as condições e as dinâmicas de utilização de competências na militância. O recorte temporal vai da década de 1930 a 1975. 0s procedimentos metodológicos resultam em análise de textos do módulo de Sociologia da Política, bem como de livros consultados nas bibliotecas da UFS e IHGS.  Tem sua relevância principal na busca de avaliar a sociedade a partir da observação do conceito de elite quanto a parentela, a riqueza, poder político e o capital social.
1. INTRODUÇÃO
Este estudo se caracteriza numa linha de pesquisa que aborda a formação de grupos dirigentes, chamados de elites, e a sua estruturação dentro dos espaços do poder, investigando um conjunto de fatores que apontam para mecanismos de recrutamento e seleção, estratégias de reprodução desse grupo, reconversão e legitimação acionados para ocupação nesses espaços, modo de vida e as modalidades de consagração social dos variados grupos sociais dominantes, como elites políticas, intelectuais, eclesiásticas, militares, burocrático-administrativas, entre outras.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

domingo, 1 de agosto de 2010

Praça de Sergipe é eleita patrimônio da humanidade pela Unesco



 
Praça São Francisco, em São Cristóvão (SE), tem mais de 400 anos.
Comitê da entidade da ONU realiza reunião em Brasília (DF).


A praça São Francisco, localizada na cidade de São Cristóvão, em Sergipe, foi eleita patrimônio cultural da humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), órgão vinculado à Organização das Nações Unidas (ONU). A decisão, anunciada neste domingo (1) foi tomada em reunião do comitê de patrimônio mundial da humanidade da Unesco, que acontece em Brasília (DF) desde o dia 26 de julho.
 
A candidatura da praça para o posto foi aceita pela entidade em março de 2007. Desde então, foram analisadas as potencialidades do local e suas condições para figurar entre os patrimônios da humanidade.

A praça foi construída há mais de quatrocentos anos no município de São Cristóvão, que foi a primeira capital do estado de Sergipe. O local apresenta influências portuguesas e espanholas. Prédios como o palácio do período colonial e o convento de São Francisco continuam com praticamente a mesma feição de quando foram construídos. O local é palco de manifestações folclóricas e artísticas na cidade.


Segundo o Ministério da Cultura, a praça São Francisco é a 18ª localidade brasileira a figurar entre os patrimônios mundiais da Unesco.


PARABENS !


quinta-feira, 22 de julho de 2010

30 ANOS DE UMA EXPLOSÃO QUE TIROU O SONO DOS ARACAJUANOS



Adailton Andrade


Na noite de 13 de abril de 1980, num dia de domingo, já no virar da noite, um galpão clandestino de fabricação de fogos de artifício instalado nos fundos da casa do sub-tenente José Pedro, do Corpo de Bombeiros, explodiu. A partir deste dia, a então avenida Contiguiba, localizada no bairro Suiça, se transformou na avenida da "Explosão". Alguns moradores ainda lembra nos dias de hoje que parecia que o mundo ia se acabar, . Os efeitos da explosão atingiram um raio de quase 10 quilômetros, o que deixou 12 mortos e centenas de feridos.











PRAÇA HISTÓRICA DE SAO CRISTÓVÃO PATRIMÔNIO MUNDIAL

Praça histórica de Sergipe pode ser eleita patrimônio mundial em Brasília






PARIS, 22 Jul 2010 (AFP) -A Praça de São Francisco, na cidade histórica sergipana de São Cristóvão, poderá ser escolhida como um dos novos sítios naturais ou culturais classificados como patrimônio mundial da Unesco durante a sessão anual que será realizada na próxima semana em Brasília.



terça-feira, 13 de julho de 2010

BAIRRO 13 DE JULHO, DAS REVOLTAS AO BAIRRO DA QUALIDADE DE VIDA

*Adailton Andrade



O bairro Praia Formosa, hoje conhecido como 13 de Julho, durante alguns anos passou por profundas transformações urbanísticas desde a mudança da capital até os dias de hoje . Nesse sentido, o que se vê é a grande especulação imobiliária daquela área tornando o m² mais caro de Aracaju sendo um dos mais valorizados bairros de nossa capital.