sexta-feira, 29 de julho de 2016

GABINETE DE LEITURA DE MARUIM: 139 ANOS DE HISTÓRIA





GUARDIà DA HISTÓRIA E MEMÓRIA  DE  MARUIM 


Os Gabinetes de Leitura criados no Brasil pelos portugueses - o do Rio de Janeiro foi o primeiro, mas mais tarde virão os do Recife (1850) e o da Bahia (1863). Sabe-se ainda da existência de outros Gabinetes fundados normalmente por estrangeiros que residiam no Brasil neste momento. Em Sergipe existiram , o Gabinete Literário Laranjeirense, o Gabinete de Leitura de Riachuelo, Gabinete de Leitura de Tobias Barreto, e o Gabinete de leitura de Maruim que esse ano esta completando 136 nos  de existência  como guardiã  na história e memória  do povo sergipano.
O Gabinete de Leitura de Maruim teve como mentor o cônsul Otto Schramm. As cartas de sua tia Adolphine revelam que em 1860, já possuía em sua residência um rico acervo, que possivelmente, todo ou parcialmente, fora transferido para a biblioteca do Gabinete. Estamos tratando de um espaço de sociabilidade, com um vasto capital cultural, não só para Maruim, mas de referência em Sergipe; tanto enquanto Província do Império, como em Estado da Federação, haja vista a importância deste espaço em ocasião dos acalorados debates liberais republicanos.






Ultimamente o historiador Denio Azevedo tem pesquisado a fundo a história do Gabinete de leitura, e nesse aniversario dos 139 anos  será um dos conferencistas das comemorações, segundo o pesquisador  o alemão  Otto Schramm é o grande responsável pela criação do Gabinete de Leitura de Maruim em 1877, uma instituição privada, veiculadora dos ideais liberais, abolicionistas e republicanos.
Em 1860, Adolphine Schramm, alemã e tia do grande mentor do Gabinete de Leitura de Maruim, o cônsul F. Otto Schramm, já relatava a existência de uma potencial biblioteca em sua residência: “encomendamos uma seleção de livros interessantes, agora lidos por todos os participantes da nossa pequena colônia alemã.  
   Tempos depois, o acervo particular dos Schramm, possivelmente, foi todo ou parcialmente transferido para a Biblioteca do Gabinete de Leitura de Maruim, juntamente com o modelo de empréstimo das obras.




 Nos relatórios  do gabinete  registrado também no livro de Joel Aguiar “Traços da História de Maruim” aponta que no  interior do Gabinete constava um acervo, já no segundo ano de funcionamento, com 667 obras em seu interior em 1076 volumes, distribuídos em português, espanhol, alemão, inglês e latim. No final do XIX e início do XX, já constavam 2.070 obras, em 2.781 volumes e a novidade Seriam 154 obras em francês, distribuídos em 236 volumes. De acordo com Martins (1990, p. 77) no mesmo período a Biblioteca do Gabinete Português de Leitura da Bahia constava um acervo de 3.000 volumes. Portanto não muito diferente da realidade sergipana e ainda levando em consideração o tempo de atividade e deste último está localizado na antiga capital do Império. De acordo com o catalogo da biblioteca do Gabinete, no acervo da instituição em Maruim no final do século XIX, constava obras de Voltaire (1860), Rousseau (1857), Júlio Verne (1878), Michelet (1863), Balzac (1863), M. A. Thiers (1862) com a sua “História da Revolução Francesa”, Antônio Feliciano de Castilho (1863) em “Camões: estudo histórico e poético”, Frédéric Soulie (1852) com “Le Veau d’or”, I. F. da Silva e L. A. Rebello da Silva (1853) em “Poesias de Manuel Maria de Barbosa du Bocage”, Sebastião da Rocha Pitta (1880) “História da América Portugueza”, Visconde de Taunay (1896) com “Innocencia”. Obras normalmente editadas em Paris, Bruxelas e Lisboa.



O Gabinete efetiva-se no cotidiano enquanto importante casa de divulgação do conhecimento científico e literário. Em 1889 os sócios do Gabinete de Leitura de Maruim inauguram a “Revista Literária”, que circulou durante dois anos. Vale a pena ressaltar que esta instituição tinha a sua própria tipografia.
Em Maruim o espaço do Gabinete era um dos locais onde a nova tendência política seria apresentada, debatida e externada, com interesses bastante específicos, tais quais a adaptação a nova realidade e a conquista de um capital simbólico. Portanto, um grupo que fazia “oposição” ao principal representante político e econômico do município, o Barão de Maruim, decide fundar o Gabinete e difundir os ideais liberais, buscando o reconhecimento por parte da população de um capital  simbólico necessário para moldar a sociedade em questão. 


Queriam estes agentes criar uma identidade liberal-republicana e a maneira escolhida para tal foi a de criticar a organização política, econômica e cultural do Império A crença de que era possível construir uma imagem de progresso, levar Sergipe rumo à civilização, com os ideais liberais e republicanos que marcavam a realidade nacional neste momento da criação do Gabinete de Leitura de Maruim e participar ativamente no processo de construção desta identidade são os principais fatores que incentivaram a participação desses agentes em instituições culturais como o Gabinete de Leitura de Maruim.





A base de sustentação dos seus discursos foi os ideais liberais e republicanas, surgindo ou se tornando como instituições de utilidade pública, o que demonstrava a sua relação direta com o estado. Já com relação a necessidade de democratização da cultura, almejavam ampliar a ação instrutiva para os grupos economicamente menos favorecidos da sociedade, fundando escolas, franqueando ao público uma Biblioteca, promovendo conferências literárias e científicas, organizando o lazer com teatro, jogos de carta, colóquios, festejos no período de aniversário das instituições, saraus, o elogio a pares, a homenagem a expoentes locais e traçar os rumos da nova sociedade na crise do Império, sempre como expressões da modernidade.


Como advento da República, percebe-se uma mudança significativa nas relações do Gabinete de Leitura de Maruim com os Governantes de Sergipe, que podem ser exemplificados através do reconhecimento de Utilidade Pública através do Deputado Federal, natural de Maruim, Deodato Maia, o Gabinete de Leitura de Maruim é reconhecido de Utilidade Pública Federal em 1º de outubro de 1919, através do decreto federal nº 3776 ou de concessão de subvenções. A esfera pública que inicia como particular e literária, sobrevivendo apenas das doações dos seus sócios, passa a ter um auxílio expressivo do Estado. 

Na sua inauguração o Gabinete funcionava em uma casa alugada à rua do Cabula, atualmente rua Fausto Cardoso e em 17 de janeiro de 1926, com o auxílio da Prefeitura Municipal, adquiriu um prédio próprio na Praça da Matriz O Gabinete de Leitura de Maruim surge enquanto lugar da sociabilidade, uma esfera pública aonde, atrelada a outras instituições liberais e republicanas, no Brasil, e ratificando o pensamento de Faoro, “silenciosamente, alguma coisa acontecia, passo a passo minando as bases da Monarquia.


quarta-feira, 25 de maio de 2016

BARRA DOS COQUEIROS


 história  Política  da ilha


Em 1854, o então presidente da província, Ignácio Joaquim Barbosa, toma uma atitude equivocada. Em 30 de dezembro daquele ano ele determina ao inspetor da Tesouraria Provincial que faça a imediata transferência da Mesa de Rendas da Ilha dos Coqueiros para a margem oposta do Rio Sergipe, isto é, na povoação de Santo Antônio do Aracaju.
Mas a localização da Mesa de Rendas na ilha se justificava tendo em vista as embarcações de grande porte que penetravam pela barra do Rio Sergipe para atender as demandas dos importantes portos de Maruim, Laranjeiras e Santo Amaro. Os navios chegavam na barra, esperavam a preamar (maré alta) e depois seguiam aos portos, que por sua vez faziam inúmeras transações com muitos países europeus.



Depois que Aracaju aparece como capital, em 17 de março de 1855, a Ilha dos Coqueiros é absorvida pela nova cidade. O início de progresso conquistado pelos moradores da ilha ficou estagnado e tudo seguia para Aracaju, a capital. Mas 20 anos depois, em 10 de maio de 1875, a povoação da ilha ganhou o status de freguesia com o nome de Freguesia de Nossa Senhora dos Mares da Barra dos Coqueiros. No entanto, essa nova categoria era apenas teórica.

Brasão  da Barra dos Coqueiros 

Por muitos anos, os moradores da Barra dos Coqueiros não tiveram nenhum desejo mais sincero de transformar o povoado em cidade. A proximidade com a capital era o fator principal dessa manutenção. Mas a situação começou a mudar quando o coco-da-baía passou a ser muito valorizado no mercado nacional e internacional e na Barra dos Coqueiros foram instaladas duas fábricas de beneficiamento do coco.
Em 1953 ocorre uma grande revisão do território de Sergipe. Muitas freguesias e povoados já vinham brigando para se tornarem cidades independentes. A Assembleia dos Deputados aprovou e o Governo sancionou a criação de mais 19 municípios, dentre eles a Barra dos Coqueiros. Mais precisamente no dia 25 de novembro de 1953, a Barra é elevada à condição de cidade.


 Bandeira  da Barra dos Coqueiros 


Mas a ilha que virou município demorou ainda para se tornar efetivamente independente. Isso só aconteceu no final de 1954 quando 598 eleitores dos 1.105 inscritos votaram no primeiro prefeito da Barra dos Coqueiros e nos cinco primeiros vereadores. No dia 31 de janeiro de 1955 toma posse como prefeito, Moisés Gomes Pereira.

História Política

Elevado à categoria de Município, a Barra dos Coqueiros inicio sua vida política-administrativa, através da indicação dos primeiros prefeitos pela ditadura militar, depois eleição direta, vários prefeitos e vereadores passaram pelo poder até a presente data.





ANTÔNIO  RAMOS MAIA 
1º Presidente  da Câmara de Barra dos Coqueiros 
Livro de sessões ordinárias ano de 1955. Ata  da sessão preparatória para instalação  da mesa diretora
em 23 de janeiro de  1955.p 01  
 
Por muitos anos, os moradores da Barra dos Coqueiros não tiveram nenhum desejo mais sincero de transformar o povoado em cidade. A proximidade com a capital era o fator principal dessa manutenção. Mas a situação começou a mudar quando o coco-da-baía passou a ser muito valorizado no mercado nacional e internacional e na Barra dos Coqueiros foram instaladas duas fábricas de beneficiamento do coco.
Em 1953 ocorre uma grande revisão do território de Sergipe. Muitas freguesias e povoados já vinham brigando para se tornarem cidades independentes. A Assembleia dos Deputados aprovou e o Governo sancionou a criação de mais 19 municípios, dentre eles a Barra dos Coqueiros. Mais precisamente no dia 25 de novembro de 1953, a Barra é elevada à condição de cidade.
Mas a ilha que virou município demorou ainda para se tornar efetivamente independente. Isso só aconteceu no final de 1954 quando 598 eleitores dos 1.105 inscritos votaram no primeiro prefeito da Barra dos Coqueiros e nos cinco primeiros vereadores. No dia 31 de janeiro de 1955 toma posse como prefeito, Moisés Gomes Pereira.

 

1ª Ata  da sessão  para composição da 1ª mesa  diretora  realizada em 23 de janeiro de 1955.


Os primeiros registros da existência de povoamento do território da antiga Ilha dos Coqueiros datam de 1590, quando da conquista definitiva do território da Capitania de Sergipe d’El Rei.  O historiador que mais fez referências a Ilha dos Coqueiros foi o cartógrafo holandês Barleus. Ele chegou a colocar a cidade de São Cristóvão na costa ocidental da Ilha dos Coqueiros. Mas boa parte dos historiadores revolta-se com essa posição do holandês, que acabou sendo referendado por Felisbello Freire. A discussão se estendeu por muitos anos.
Nos seus escritos, Barleus ainda faz referências à povoação na antiga Ilha dos Coqueiros, incluindo entre as capelas existentes em 1632 na capitania, a de São Cristóvão, que ficava naquela ilha. A povoação se desenvolveu envolta pelas embarcações que chegavam e partiam da ilha. O fluxo de importações e exportações era tanto que lá foi instalada uma Mesa de Rendas, espécie de posto fiscal da Secretaria da Fazenda.
Relação  dos  presidentes  do poder Legislativo Municipal  da Barra dos Coqueiros 

1955 - 1956  ANTÔNIO  RAMOS MAIA
Livro de sessões ordinárias ano de 1955. Ata  da sessão preparatória para instalação  da mesa diretora em 
23 de janeiro de  1955.p 01  
1957 -  1958  JOSÉ ARNALDO DOS SANTOS
Livro de atas do ano de 1957, sessões ordinárias de Nº7 pelo  3º   período legislativo em  12 de fevereiro de 1957 
 
 1959 -1960  MANUEL BISPO DOS SANTOS 
Livro de sessões ordinárias ano de 1960 a 1966. 6ª sessão ordinária, 
2º período legislativo  realizada em 08/01/1960  p.01
 
1961 - 1962  MANUEL MELCIDES DOS SANTOS 
Livro de sessões ordinárias ano de 1960 a 1966. 6ª sessão ordinária, 2ª sessão ordinária, 
1º período legislativo em  01/02/1961  P.43   
1962 - 1963  ANTÔNIO  RABELO  
Livro de sessões ordinárias ano de 1966 a 1972 p.17
1964 - 1965    JOSÉ CÂNDIDO DOS SANTOS
Livro de sessões ordinárias ano de 1966 a 1972 p.09
1966 - 1967   ANTÔNIO  RABELO 
Livro de sessões ordinárias ano de 1966 a 1972 p.28
1968 - 1979    JOSÉ ANTÔNIO  PEREIRA DA SILVA  
Livro de sessões ordinárias ano de 1966 a 1972. 2º sessão ordinária realizada em 04/02/1969  p.35
1970 -1971    ANTONIO  RABELO  
Livro de sessões ordinárias ano de 1966 a 1972. 1º sessão ordinária realizada em 12/03/1970  p.57  
 
1971  -  1972    JOSÉ CARVALHO BENJAMIM  
Livro de sessões ordinárias ano de 1966 a 1972. 11º sessão ordinária realizada em 16/03/1971  p.76

1973 - 1974      MANUEL  MELCIDES DOS ANJOS  
Livro  de atas de 1972 a 1979 sessão  ordinária realizada em  01/05/1973 p.  40 

1975  -  1976   GERALDO APÓSTOLO
Livro  de atas de 1972 a 1979 sessão  ordinária realizada  em  de 03/03/1975 p.  86
 
 
1977  - 1978  LYCEU PEREIRA VALIDO
Livro  ata de posse  do ano de 1977
 
1979  -  1980   PEDRO ROSALVO DA SILVA
Livro  ata de posse  do ano de 1979
  
1981 - 1982  LYCEU PEREIRA VALIDO  
Livro  de leis e resoluções  e decretos   do ano de 1977 a   1988 p. 24
1983 - 1984    MANUEL MESSIAS DOS SANTOS
Livro  de leis e resoluções  e decretos   do ano de 1977 a   1988 p. 41 
 

1985  -1986   ADAILTON MARTINS O.  FILHO
 Livro  de leis e resoluções  e decretos   do ano de 1977 a   1988 p. 57
 
1987   -  1988   ARIVALDO MOURA DOS SANTOS
Ata da de requerimentos  de vereadores 77/78 nº 01  sessão  p. 22  
1989 - 1990   MANUEL  MESSIAS DOS SANTOS  
Fonte de pesquisa: livro de Ata de posse de Prefeito, Vice Prefeito e vereadores. P. 01
 

1991 - 1992  JORGE  RABELO  
Fonte de pesquisa: livro de Ata de posse de Prefeito, Vice Prefeito e vereadores. P. 05
 

1993  -1994   MARIA JOSÉ  DOS SANTOS 
Fonte de pesquisa: livro de Ata de posse de Prefeito, Vice Prefeito e vereadores. P. 09
1995  -1996  AIRTON  SAMPAIO MARTINS 
Fonte de pesquisa: livro de Ata de posse de Prefeito, Vice Prefeito e vereadores. P. 10


1997  -  1998  NIVALDA LIMA  DOS SANTOS  
Fonte de pesquisa: livro de Ata de posse de Prefeito, Vice Prefeito e vereadores. P. 12

1999 - 2000 -  2001  -  2002      DUVALCI DOS SANTOS  
Fonte de pesquisa: livro de Ata de posse de Prefeito, Vice Prefeito e vereadores. P. 14
Fonte de pesquisa: livro de Ata de posse de Prefeito, Vice Prefeito e vereadores. P. 01


2003 - 2004       ROBERTO DAS CHAGAS  RODRIGUES   
Fonte de pesquisa: livro de Ata de posse de Prefeito, Vice Prefeito e vereadores. 
P. 18, Registrado  no Cartório  do 1º ofício  em 21/04/2005 

2005  - 2006   GEORGE BATISTA DOS SANTOS
Fonte de pesquisa: livro de Ata de posse de Prefeito, Vice Prefeito e vereadores. 
P. 19, Registrado  no Cartório  do 1º ofício  em 10/03/2005
 




2007  -  2008    JÂNIO  SANTANA DA SILVA
Fonte de pesquisa: livro de Ata de posse de Prefeito, Vice Prefeito e vereadores. 
P. 21, Registrado  no Cartório  do 1º ofício  em 03/01/2007



2009  -  2010   ANTÔNIO CARLOS DA SILVA SANTOS 
Livro de ata da sessão extraordinária
LIVRO  DE PRESENÇA  2010 / 2013
 data  de 04 de fevereiro  de 2010 pagina 01




2011 - 2012  -2013  -  2014   ALBERTO JORGE  SANTOS MACÊDO
Fonte de pesquisa: livro de Ata de posse de Prefeito, Vice Prefeito e vereadores. P. 30, Registrado  no Cartório  do 1º ofício  em 02/01/2011.
Fonte de pesquisa: livro de Ata de posse de Prefeito, Vice Prefeito e vereadores. P. 32, Registrado  no Cartório  do 1º ofício  em 22/01/2013  -
RENÚNCIA Ficando no cargo até o dia 03 de junho  de 2013, onde o mesmo  apresenta  na sessão  sua carta  de renuncia.







2013  - 2014   2015 -  216  ROBERTO DAS CHAGAS RODRIGUES
Assumiu  após a renuncia  do presidente Alberto Macedo . Vacância do cargo de presidente da Câmara Municipal da  Barra dos Coqueiros  em 05 de junho de 2014. Registro em cartório do 2º ofício em 30 de junho de 2014.
Fonte de pesquisa: livro de Ata de posse de  Mesa  Diretora. P. 2,3, Registrado  no Cartório  do 2º ofício  em 12/05/2015
 


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Fonte : Atas  da Câmara  de Vereadores  da Barra dos Coqueiros 
pesquisa: Adailton  Andrade
Licenciado em História, Pós-graduado em Ensino Superior em História, Pós-graduado em ‘Sergipe Sociedade e Cultura, Membro do IHGSE ( Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe). Associado a ANPUH/SE (Associação Nacional de História) . Membro na qualidade de pesquisador dos Grupos de Estudo e Pesquisa da UFS: Grupo de Estudos e Pesquisas em Memória e Patrimônio Sergipano. ( GEMPS/UFS/CNPq )  adailton.andrade@bol.com.br