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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

A MAIOR OBRA DE SERGIPE NA DÉCADA DE 1930.

PONTE JOSÉ AMÉRICO DE ALMEIDA
(Ponte de Pedra Branca )






*Adailton dos Santos Andrade


Era uma quarta feira, 30 de agosto de 1933 quando a grande comitiva do presidente Vargas chega a Sergipe para participar uma serie e inaugurações do interventor do Estado Augusto Maynard Gomes, tais como: Abertura do canal de Santa Maria, Construção da ponte de pedra branca, aberturas de diversas rodovias, construção do açude do coité, Foi uma grande recepção do povo sergipano a comitiva de Vargas. Foi inaugurada a ponte Jose Américo de Almeida, conhecida pelos sergipanos de “Ponte de pedra branca”, situada na BR 101, sobre o rio Sergipe que limita os dois municípios de Maruim e de Laranjeiras, foi construída em 1933, com o apoio do presidente Vargas e o então ministro de aviação e obras publicas, Jose Américo de Almeida, na qual a mesma leva seu nome como homenagem.

Esta foi uma das maiores obras do governo de Sergipe o eminente Augusto Maynard Gomes, que veio facilitar o transporte entre os municípios sergipanos, como também por possibilitar a ligação ente os estados nordestinos com o sul e sudeste do país. A obra foi realizada pela construtora Cristiane & Niielsen. A solenidade de inauguração foi no dia 29 de agosto de 1933 com as autoridades locais, e toda a comitiva de Getulio Vargas.







O presidente Vargas, cheio de serenidade, sem se inflamar com a ideologia reacionária, construiu dentro de uma ditadura militar, um governo nem tanto tolerante despido de ódio, vinganças e perseguição. Entre os que compõem a comitiva, encontra-se o major Juarez Távora, ministro da agricultura do governo provisório.






Década de 1930, os moradores do município de Rosário do Catete, viviam um sonho, recebia uma figura das mais ilustres da política nacional o eminente Sr. Getulio Vargas A Visita de Getulio Vargas em Sergipe foi uma festa da década de 1933, inaugurando a mais importante obra do nordeste na época, uma ponte que ligaria o sul ao nordeste, uma obra a frente do seu tempo. Augusto Maynard Gomes,deixa uma marca de modernidade de progresso com o símbolo maior de união entre as regiões.












Hoje, esta ponte esta sendo ocupada pela tubulação da adutora do são Francisco, seve apenas para passagem de tubos d’água da Deso, mas a 76 anos atrás era símbolo maior de desenvolvimento e progresso.
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Dados do Historiador:
*Adailton dos Santos Andrade é Licenciado em História, Pós Graduando em Ensino de História, Sócio Efetivo do IHGSE, Faz parte dos grupos de Estudo e Pesquisa da UFS: Estudo do Tempo Presente (UFS). /Grupo de Estudos e Pesquisas em História das Mulheres (UFS/CNPq) Adailton.andrade@bol.com.br – adailton_andrade@hotmail.com

terça-feira, 18 de agosto de 2009

BATISTINHA DA MARCAÇÃO

O MAIOR CANTADOR DE COCO DO NORDESTE !





96 ANOS DE MUITA HISTÓRA !






*Adailton dos Santos Andrade

Aos 96 anos de idade João Batista dos Santos, conhecido como Batistinha da Marcação, nasceu na Usina Santa Bárbara, em Rosário do Catete. Filho de José Abraão dos Santos e dona Maria Francisca de Jesus, roceiros e trabalhadores da mesma usina. Hoje com seus 96 anos, canta coco e passa sua vida em uma casinha pacata no município de General Maynard. João Batista Sempre foi trabalhador de roça desde a sua infância, trabalhou em alguns engenhos sempre na lida da roça, passou uma boa parte do tempo ainda no cabo da enxada, na fazenda Caldas de propriedade de Augusto Maynard Gomes, lá recebeu os primeiros incentivos na arte de cantador de viola por dona Helena Nobre Maynard, e nas noites de lua cheia alegrava a vidas dos posseiros, trabalhadores daquela fazenda. Em 1946, deixa sua cidade e vai residir em Marcação, atualmente, General Maynard, vai trabalhar nas caldas e mais tarde adquirindo sítio, que mora até os dias de hoje passa a cultivar hortaliças, com uma banca na feira vendia frutas e verduras, mas sempre com o pensamento na viola.



sexta-feira, 14 de agosto de 2009

HISTÓRIA DE ROSARIO DO CATETE - SERGIPE

SERIE ROSARENSES ILUSTRES Nº8
Augusto Maynard Gomes
da Caserna ao Palácio



* Adailton dos Santos Andrade

Augusto Maynard Gomes nasceu no engenho Campo Redondo, de propriedade de seu pai e localizado no município de Rosário do Catete (SE), em 16 de fevereiro de 1886, filho de Manuel Gomes da Cunha e de Teresa Maynard Gomes. Depois de cursar o Ateneu Pedro II, ingressou na Escola Tática de Realengo, no Rio de Janeiro (então Distrito Federal), assentando praça em 1902. Dois anos depois, participou da Revolta da Vacina, juntando-se com mais cerca de cem colegas aos alunos da Escola Militar da Praia Vermelha, que entraram em choque com forças legalistas protestando contra a vacinação antivariólica obrigatória decretada pelo governo de Rodrigues Alves. Derrotado o movimento, os estudantes de Realengo e da Praia Vermelha foram transferidos para a Escola Militar de Porto Alegre, sendo depois desligados do Exército, enquanto as duas escolas do Rio de Janeiro eram fechadas. Beneficiado pela anistia decretada por Rodrigues Alves em setembro de 1905, Maynard Gomes reingressou na Escola Tática de Realengo, que voltara a funcionar. Declarado aspirante em 1910, foi classificado na 6ª Companhia de Infantaria, sediada em Aracaju, onde serviu até 1914. Em julho desse ano foi promovido a segundo-tenente, servindo de 1914 a 1917 no 3º Regimento de Infantaria, sediado no Rio de Janeiro. Em 1918 retornou à capital sergipana, sendo promovido a primeiro-tenente em julho de 1919 e permanecendo até 1920 no 41º Batalhão de Caçadores, quando foi designado para o 12º Regimento de Infantaria, sediado em Belo Horizonte, onde serviu até 1922. No início da década de 1920, o clima de insatisfação existente nos principais centros políticos e militares do país contra o governo federal instalou-se progressivamente na capital sergipana, atingindo a corporação ali sediada, denominada, na época, 19ª Companhia de Metralhadoras. Em outubro de 1921 começou a campanha da Reação Republicana para as eleições presidenciais do ano seguinte, em apoio à chapa oposicionista composta por Nilo Peçanha e José Joaquim Seabra, e a tensão aumentou com a publicação pela imprensa de documentos ofensivos ao Exército atribuídos a Artur Bernardes, candidato situacionista. Sindicância posterior concluiu tratar-se de textos forjados o que fez com que o episódio passasse a ser conhecido como “as cartas falsas”, mas na ocasião o comandante da guarnição sergipana se colocou ostensivamente contra Bernardes, que viria a ser eleito em março de 1922. A oposição ao governo federal se cristalizou após a eclosão, em julho de 1922, dos levantes da Escola Militar e do forte de Copacabana, no Rio de Janeiro, que marcaram o início do ciclo de revoltas tenentistas da década de 1920.

REVOLTA DA13 DE JULHO DE 1924


85 anos de uma revolta esquecida!


85 anos de uma revolta esquecida!


( ten. Augusto Maynard )



*Adailton dos Santos Andrade

Texto em manutenção !
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adailton.andrade@bol.com.br